Modelos Epidemiológicos em Redes

Aluno(a): 

  • Anna Patricia Pachas Manrique

Data: 

29/08/2016 - 14:00

Local: 

Praia de Botafogo, 190, auditório 317 - Rio de Janeiro, RJ

Resumo: 

A velocidade e a abrangência a nível mundial com que os agentes patogénicos tem se disseminado nos últimos anos tem chamado a atenção para a importância da estrutura da rede social de contato. De fato, a topologia das redes na qual os membros da sociedade interagem têm influenciado na dinâmica das epidemias.

Estudos têm demostrado que os agentes patogénicos ao se dissiparem em redes livres de escala tem efeitos diferentes se comparado quando difundidos em redes aleatórias, como nos modelos clássicos. Nestes existiam limiar de epidemia, podendo de alguma forma as entidades de saúde ter um controle sobre a dissipação das enfermidades, aplicando certas medidas como as vacinas por exemplo. Já nos modelos nos quais são consideradas as redes, especificamente a rede livre de escala, este limiar desaparece. Desta forma, o limiar de epidemia ao depender da topologia se faz necessário incluir esta estrutura dentro dos modelos epidemiológicos. Devido a importância destas redes, redes aleatórias e principalmente redes livres de escala foram implementadas junto a modelos de propagação de epidemias para verificar o limiar de epidemia e o tempo característico, verificando que o limiar de epidemia desaparece.

*Texto enviado pelo aluno. 

Membros da banca: 

  • Moacyr Alvim Silva (orientador) - FGV / EMAp
  • Flávio Codeço - FGV / EMAp
  • Lucia Fernandes Penna - UFF